#AgoraÉQueSãoElas

Um espaço para mulheres em movimento

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Uma tribuna de muitas vozes femininas e feministas, coordenada por Alessandra Orofino, Ana Carolina Evangelista, Antonia Pellegrino, Manoela Miklos.

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Uma de nós foi morta

Por Renata Rodrigues e Débora Thomé* A noite do dia 30 de setembro estava tranquila. Depois de um ensaio poderoso e lotado na sexta-feira, mensagens começaram a pipocar no grupo de Whatsapp do Bloco Mulheres Rodadas no sábado. Em áudios nervosos, fomos informados de que o pior dos pesadelos de quem atua em um movimento(…)

A emenda Cunha na PEC 181: a volta dos que não foram

Por Jolúzia Batista* O Movimento Feminista Brasileiro tem denunciado que está em curso no Brasil uma ofensiva conservadora fundamentalista antidireitos das mulheres e o legislativo federal é o seu lócus central. Um contra-ataque – backlash – que se traduz também na defesa e expansão dos interesses econômicos das doutrinas religiosas hegemônicas na política. Essa estratégia(…)

Laís Bodanzky, Como Nossos Pais e as mulheres em alerta

A aclamada cineasta Laís Bodanzky está nos cinemas com o longa-metragem “Como Nossos Pais”, escrito e dirigido por ela. O filme nos permite acompanhar a protagonista Rosa, intrepretada pela grande Maria Ribeiro, num processo de autoconhecimento que passa explicitamente pelo reconhecimento da desigualdade de gênero e da descoberta do feminismo. Ao experimentar mudanças nas relações(…)

Cinema é sobrevivência

Por Glenda Nicácio* O que é ser uma realizadora negra no cinema independente e contemporâneo hoje? Prefiro começar assim, com perguntas, porque afinal é sobre isso que eu mesma venho tentando refletir. É justamente o que venho sendo nos últimos anos: uma realizadora negra no Recôncavo da Bahia. Digo “venho sendo” porque compreendo que o(…)

Nem presas, nem mortas: livres e vivas!

Liliane Brum*   28 de setembro é dia em que nós mulheres do Rio de Janeiro, num #GritoGlobal, iremos para as ruas unidas com as Latino-Americanas e Caribenhas de diferentes países, exigir o pleno reconhecimento da autonomia reprodutiva das mulheres, a consolidação de direitos já conquistados e a legalização do aborto para aquelas que assim(…)

Pendular: uma protagonista que deseja é, afinal, uma escolha política

Por Julia Murat* Em 2011, estava lançando meu primeiro filme de ficção, “Histórias que só existem quando lembradas”. No circuito de festivais, me perguntavam incessantemente qual seria o filme que eu faria em seguida. Nesse circuito de cinema, a expectativa do segundo filme é uma constante, torna-se naturalmente uma pressão. Tentando dar conta dela, comecei(…)

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